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No AC, vacina contra a Covid para crianças de 5 a 11 anos começa a ser distribuída nos municípios e imunização inicia na segunda (17)

Gerente do PNI no Acre, Renata Quiles, informou que distribuição começou na madrugada deste sábado (15) e que os quatro municípios isolados do estado vão receber o imunizante na segunda (17).

15/01/2022 11h59
Por: Redação Acrelândia News
No AC, vacina contra a Covid para crianças de 5 a 11 anos começa a ser distribuída nos municípios e imunização inicia na segunda (17)

Os municípios do Acre já começaram a receber as vacinas contra a Covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. O primeiro lote com 7,2 mil doses da vacina da Pfizer destinada a este público chegou ao Acre na noite desta sexta-feira (14), por volta das 22h20 no horário local.

A primeira informação era de que o voo que traria as doses chegaria ao estado acreano na noite de quinta (13), mas o avião pousou sem a carga.

A gerente do Programa Nacional de Imunização (PNI) no Acre, Renata Quiles, informou que a distribuição começou ainda na madrugada deste sábado (15) e que os quatro municípios isolados do estado - Jordão, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Santa Rosa do Purus - vão receber o imunizante na segunda (17) por via aérea.

“Recebemos a vacina pediátrica contra a Covid ontem [sábado, 14] à noite e às 3h da madrugada os caminhões já estavam na estrada. Até a manhã deste sábado, 12 municípios já receberam as vacinas e o dia continua com a distribuição. Ainda hoje conseguiremos alcançar a entrega em 18 municípios. Na segunda [17] os quatro municípios isolados receberão suas vacinas por via aérea”, explicou.

A gerente do PNI no Acre afirmou que a imunização de crianças em todos os 22 municípios do Acre começa na segunda (17). Ela disse ainda que a quantidade que o estado recebeu, 7,2 mil doses, representando apenas 6% das doses necessárias, já que o público é de 120.654 crianças a serem vacinadas.

“Mesmo aqueles que vão receber por via aérea, os isolados, iniciarão na segunda. Essa condição foi pactuada ente os municípios, uma vez que a vacina chega ela tem temperatura de - 80ºC e precisa de um protocolo diferenciado de descongelamento. Esse descongelamento demora mais de 24 horas para acontecer e o preparo da vacina, então, ficou acordado que para não haver prejuízo, todos iniciariam na segunda. Recebemos o quantitativo de 7,2 mil doses referente à1ª dose para crianças de 5 a 11 anos”, acrescentou.

A previsão inicial era de que as doses chegariam ao Acre na próxima terça (18), mas a chegada do imunizante foi adiantada.

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, em 16 de dezembro, a vacinação de crianças de 5 a 11 anos.

Casos e internações

No último boletim, divulgado pela Sesacre, nesta sexta, o Acre chegou ao número de 89.529 infectados. Foram 285 novos casos em 24 horas. Nenhum óbito foi registrado, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 1.854 óbitos.

Em todo o estado, há três pessoas internadas nos leitos de UTI do estado, que são, ao todo, 20 - sendo 10 em Rio Branco e mais 10 em Cruzeiro do Sul. A taxa de ocupação de UTI é de 15%.

Mesmo com salto de 171 casos de Covid-19 em dezembro para 804 somente em 13 dias de janeiro, a Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) informou que a vacinação tem reduzido o número de internações no Acre.

Até essa sexta (14), Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Acre (Into-AC) contava apenas com dois pacientes internados na enfermaria e outros três na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A secretária de Saúde do Acre, Paula Mariano, disse que a vacina tem contribuído para a redução dos casos graves e internações e afirmou que ficam mantidos no estado o uso de máscaras e dos demais cuidados para prevenção da doença. Ela pontuou também que ainda não foi confirmado nenhum caso da variante Ômicron.

Emergência e restrição de testes em Rio Branco

A secretária de Saúde de Rio Branco, Sheila Andrade Vieira, deu coletiva na manhã de quinta (13) para anunciar novas medidas com relação ao combate e prevenção de Covid. A gestora alertou que a capital acreana está com aumento dos casos e enfrenta a terceira onda da doença, além de um surto de gripe.

A equipe de saúde se reuniu com o promotor Gláucio Ney Shiroma Oshiro para debater novas medidas e foi decidido:

Restringir testes de Covid somente para sintomáticos;

Convocar cerca de 18 médicos que seguem em greve;

Suspender férias, licença-prêmio e folgas de todos os servidores da Saúde;

Tornar a Unidade Cláudia Vitorino como o segundo ponto de referência para atendimentos de gripe, das 7h às 22h;

Intensificar os atendimentos pelo Telessaúde (O atendimento pode ser feito via telefone, ligando para o (68) 3216-2400, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, e aos finais de semana e feriados, das 8h às 17h, ou por chat nas redes sociais da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) nesses mesmos horários.

Na segunda (10), o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, decretou situação de emergência na capital devido ao aumento de casos de gripe e também Covid-19, mesmo sem ter dados exatos sobre esse aumento. O decreto foi publicado na terça (11) no Diário Oficial do estado.

Treinamento

As equipes de saúde, tanto da capital como do interior do estado, passaram por capacitação necessária para imunizar as crianças de 5 a 11 anos.

De acordo com o PNI, não haverá cadastramento de crianças. Alguns estados brasileiros fizeram o cadastro de crianças enquanto esperavam o envio de doses do governo federal.

Sem receita médica

O Acre não vai exigir prescrição médica para vacinar crianças contra a Covid, segundo a Sesacre. Em dezembro do ano passado, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chegou a afirmar que recomendaria a cobrança do documento.

No último dia 5, o Ministério da Saúde divulgou as regras para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos e abriu mão da exigência de receita médica para imunização desta faixa etária.

De acordo com o governo, a vacinação infantil ocorrerá:

em ordem decrescente de idade (das crianças mais velhas para as mais novas), com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente e para crianças quilombolas e indígenas;

sem necessidade de autorização por escrito, desde que pai, mãe ou responsável acompanhe a criança no momento da vacinação;

com intervalo de oito semanas – um prazo maior que o previsto na bula, de três semanas.

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