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Professores de Plácido de Castro fazem carreata pedindo melhores condições de trabalho e correção salarial

Em greve desde a quinta-feira (13), os trabalhadores da rede pública estadual de Educação seguem com a paralisação nesta segunda-feira (17).

17/05/2021 15h23
Por: Redação Acrelândia News Fonte: Franchesco Lourenço Alves
Professores de Plácido de Castro fazem carreata pedindo melhores condições de trabalho e correção salarial

Professores da rede estadual de Plácido de Castro fizeram uma carreata nesta segunda-feira (17) pedindo por melhores condições de trabalho durante a pandemia de covid-19, reestruturação do plano de cargos e carreiras, o pagamento do Prêmio Anual de Valorização e Desenvolvimento Profissional (VDP) e a vacinação prioritária dos professores contra o coronavírus.

A categoria se reuniu na Praça dos Seringueiros e após alguns discursos, saíram em carreata pelos principais bairros e ruas de Plácido de Castro. Pelo menos 100 carros, além de motos e bicicletas saíram em comboio levando consigo faixas e cartazes com frases objetivas para chamar a atenção do Governo quanto a importância de sinalizar com as propostas dos educadores.

O ato, convocado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (SINTEAC), reivindicou melhorias na estrutura para as aulas remotas. “Há meses que os professores estão trabalhando em casa remotamente, sem condições de trabalho, utilizando a sua internet, o seu celular”, afirmou o presidente Aurimar Moura, responsável pelo Sindicato no Município.

Em greve desde a quinta-feira (13), os trabalhadores da rede pública estadual de Educação seguem com a paralisação nesta segunda-feira (17). A categoria reivindica a reformulação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e o reajuste no piso salarial. Em Plácido de Castro, os professores se reuniram e percorreram algumas ruas da cidade na manhã desta segunda. A carreata começou na Praça Central, e terminou no mesmo local, onde o grupo fez uma breve fala e encerrou o movimento.

"Nós estamos finalizando esse ato e tivemos uma carreata histórica, com adesão de 80%  da nossa categoria, um grande movimento na demonstração de muita união", contou Aurimar Moura, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) em Plácido de Castro.

Com a paralisação da categoria, o ano letivo 2021 ainda não iniciou na maioria das escolas públicas do Acre. A previsão era de que as aulas começassem na segunda-feira (10) para cerca de 148 mil alunos de forma remota, mas, de acordo com o Sinteac, 90% das escolas aderiram ao movimento. Foram três dias até que a greve fosse concretizada.

O governo informou que a secretária de Educação, Socorro Neri, desde que assumiu a pasta, na semana passada, está mantendo o diálogo permanente, e informou que o estado tem a preocupação de cumprir com a legalidade das suas decisões e ressaltou algumas dificuldades devido algumas vedações, como a lei 173/2020 que define auxílio emergencial para estados e municípios durante o período de pandemia e proíbe o aumento na folha de pagamento até dezembro de 2021, além de ter que respeitar o teto de gastos do estado e respeitar a lei de responsabilidade fiscal.

Além disso, o governo reforçou que tem sido mantido o diálogo e disse que durante a reunião os representantes das categorias, na última quarta-feira (12), apresentaram suas principais reivindicações, e o governo trabalha para atender os pedidos, dando apoio aos profissionais para garantir melhores condições de trabalho.

Além da reposição salarial, a categoria ressalta que os professores estão endividados, porque tiveram que comprar celulares e computadores e pagar Internet para poderem trabalhar com as aulas remotas.

"O governo não está pagando nossos direitos garantidos no PCCR, que são as gratificações, complementações salariais e dobras. Também estamos lutando pela reposição inflacionária de 2017 até 2021 e mais a estruturação da tabela para 2022”, informou Aurimar.

Rosana Nascimento, que representa o SINTEAC em Rio Branco, disse que as negociações estão sendo feitas com o governo desde 2019. “Já ofereceram auxílio alimentação e não pagaram, ofereceram 12,99% e não pagaram e por último entregaram uma contraproposta oferecendo antecipação da VDP e não pagaram.”

Colaborador Informativo Placido de Castro

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